sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Um Feliz Ano Novo!!

Meu amigo Tadeu Piffer me mandou esta mensagem. A achei tão conveniente que gostaria de partilhá-la com todos vocês. Lá vai:

"Está na hora da faxina mental… joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes… fotos… Peças de roupa, bilhetes de viagens… E toda aquela tranqueira que guardou… Jogue tudo fora… Mas principalmente… Esvazie seu coração… E fique pronto pra Vida!
Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço não do tamanho que os outros me enxergam”.
Não importa onde você parou… Em que momento da vida você cansou… O que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e o mais importante… Acreditar em você de novo.
Sofreu muito neste período?
Foi aprendizado…
Chorou muito?
Foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
É porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora… Pois é… Agora é hora de reiniciar… De pensar na luz… De encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um corte de cabelo arrojado? Roupas novas? Um novo curso… Ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio… Quanta coisa nova nesse mundo te esperando.
Ta se sentindo sozinho? Besteira… Tem tanta gente que você afastou com seu “período de isolamento”… tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza… Ficamos horríveis… O mau humor vai comendo nosso fígado… Até a boca fica amarga…
Recomeçar…
Hoje é um bom dia para recomeçar novos desafios. Aonde você quer chegar?
Vai alto… Sonhe alto… Queira o melhor do melhor… Se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor… Só o melhor vai se instalar na nossa vida.

NOS VEMOS EM 2011 – REFEITOS E REVIGORADOS!!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Hai?

A algazarra dos cachorros bom-dia.
E o sol que insiste em inundar o quarto pela janela.
O pato a noite toda atrás de comida.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

The Bug

As voltas que o mundo dá!


Ou simplificando:
Sometimes you are a winner, sometimes you are a bum!
Sometimes it all comes together to ya; sometimes you're gonna loose it all!
Adaptável a vários contextos e por aí vai...
Divirtam-se escutando o Sr. Knopfler cantando e tocando fractais.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Nada, não

Não me interessa auxílio desemprego, eu QUERO (preciso) trabalhar!
Ainda não morrí!!
Parece que o que sabia aos 18 não posso mais aos 50! Não faz nenhum sentido.
A única diferença entre então e agora é que agora sei que ainda tenho muito a aprender!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Velha Roupa

Dissemos que somos reflexos de nossos pais. No meu caso específico, acho que sou reflexo dos meus avôs.
Nascí na casa de meus avôs. Viví uma boa parte da minha vida com eles. Do que consigo lembrar da minha infância, meus avôs estão sempre por perto. Não podia acontecer diferente, desenvolví gestos, gostos e maneirismos parecidos com os deles, pulando a geração dos meus pais completamente. Sim, meus pais estiveram lá, e depois meus irmãos, mas o "estrago" já estava feito. Qualquer novo traço seria só complemento. Tanto que, às vezes, sinto a personalidade do meu avô pairando sobre mim como um casaco folgado demais. Folgado porque, além da óbvia diferença física, não consigo preencher a personalidade dele tão bem como ele o fazia.
Um halo, vago e sutil ao meu redor.
Que surpresa; todos nós fazemos isso!!
E, para todos nós, é agradável quando nos surpreendemos "cometendo" ações e atitudes de nossos pais. Você não sente, não vê quando faz. Se faz e pronto.
Prometí que não iria cometer os erros do meus pais, mas, cometí alguns dos erros dos meus avôs. Aprendí com alguns deles, também. Outros, me recordo bem no meio de algum "gatilho emocional-mnemônico" que ainda não marquei para evitar.
Da minha história me lembro como quem assiste um daqueles velhos filmes italianos dos quais saíamos da sala com o gosto de molho da macarronada na boca e uma vontade...
Me lembro. Estão todos vivos.
Em mim.
Em nós!
Pois, pinço aquí e alí esse même no meu irmão também.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Pancrácio

Não há atalhos para a percepção moral. A natureza não é intrinsecamente nada que possa nos oferecer conforto ou consolo em termos humanos — mesmo porque a nossa espécie é um insignificante advento tardio em um mundo que não foi preparado para nós. Tanto melhor. As respostas a dilemas morais não estão lá fora, esperando para ser descobertas. Estão, como o reino de Deus, dentro de nós — o local mais difícil e inacessível para qualquer descoberta ou consenso.

S.J. Gould

sábado, 20 de novembro de 2010

Visão

Gestão do conhecimento é muito mais do que uma re-leitura das relações empresa-colaborador. É sim, uma revisão holística das relações do homem e o seu meio-ambiente.
Dotar tais relações de significados e valores nada mais é do que um dos corolários dessa revisão.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Chefes

Paulo de Sousa - Revistas Femininas, Editora Abril, 1974;
Jean "Grimmard" - Revistas Técnicas, Editora Abril, 1975;
Fiammetta Palazio - Setor de Documentação Científica e Fotografia, FMUSP, 1978;
Luiz C. U. Junqueira - Documentação, Instituto Ludwig - 1984;
Humberto Torloni - Documentação, Instituto Ludwig - ;
Ricardo R. Brentani - Documentação, Instituto Ludwig - ;
Luisa L. Villa - Documentação, Instituto Ludwig - até 2007;

Consigo lembrar o nome de todos os meus antigos superiores hierarquicos, chefes, ou o nome que seja, desde que comecei a trabalhar. Consigo ainda distinguir suas caraterísticas principais e como elas influenciaram o indivíduo que sou hoje. Agradeço a todos e ainda confirmo que não foi tempo perdido.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Produtos

Produto, s. m. (I. productu). 1. Aquilo que é produzido. 2. Resultado da produção. 3. Resultado do trabalho físico ou intelectual. 4. etc...

Algumas vezes me defrontei com situações em que tive que fingir não escutar ou não entender atitudes e comentários de aqueles com quem trabalhava ou colaborava. Muitas das vezes eram sobre temas e pontos dos quais eles não tinham o menor conhecimento ou iriamos aprender logo a seguir.
E, sempre me chamou a atenção o fato de tratarmos (sim, eu também já fiz isso!) aquilo que não conhecemos ou que tememos, ora com escarnio ora com agressão. Fugimos ou atacamos, quase nunca abraçamos a novidade como um novo alento pressumido. Escutei muitos: "aqui vamos nós de novo!", "só podia ser o Lionel!". Ou o pior de todos: "Produtos? Lá isso é produto?" Quando comentava sobre um processo que estava gerando mudanças e essas mudanças adicionavam valor onde [para eles] não se esperava encontrar nada. Sabe aquela história do desenho aerodinámico da abelha e de como ela não deveria poder voar?
Pois bem.
Tive a sorte de ser treinado por duas personalidades (Junqueira & Torloni) de capacidade acima de qualquer média e de uma paciência tibetana. Toleravam os êrros, pelo menos muitos dos meus, como normal. Esta tolerância me permitiu abrir [um pouquinho] mais a minha própria. Ao poder fazer isto percebi o mundo que a minha "estreitez" -onde tudo deveria ser e estar certo-, deixava de ver. E me deixou reconhecer e propôr caminhos alternativos. Dai me apareciam e apontava esses tais "produtos" onde não deveria haver nada. Coisas simples, de esforço nenhum e que no entanto faziam diferença. Criavam um diferencial mudo e ao mesmo tempo altamente profissional numa organização em mudança. Gente trabalhando bem pelo bem da gente.
As vezes a inovação, nas organizações, já está implementada e funcionando. A gestão é que não percebeu porque ainda não tem um "nome" ou não consta dos seus "manuais de gestão"! Está tão acostumada a ver a organização funcionar que não enxerga como o fluxo, ora se interrompe ora começa, como a água da chuva correndo em uma direção só.
Muitos dos tais "produtos" hoje fazem parte de um leque, onde ainda faltam alguns, ofertados como diferencial, não só mais, pela empresa X e Y. A cada um destes a empresa adiciona, não somente um benefício, mas cria uma cultura e um ambiente melhor e propício ao desenvolvimento de novas inovações. E, este desenvolvimento gera por sua vez uma "saúde organizacional" maior.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Stanislaw

"Padres, primos e pombos -- os dois primeiros não servem para casar, os dois últimos só servem para sujar a casa."

Tia Zulmira

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Aforismos de fora (n)

"Nada pode impedir uma pessoa com a atitude mental correta de realizar seu objetivo; nada na terra pode ajudar uma pessoa com a atitude mental errada."

Thomas Jefferson.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sinergia


sinergia (do grego συνεργία, «cooperação») é o resultado da ação conjunta de dois ou mais causas, porém caracterizado por ter um efeito superior ao que resultaria da simples soma de ditas causas.

Poucas vezes conseguí perceber um conjunto de forças ou intenções que funcionassem de tal forma ao ponto de poder ser chamadas e preencherem toda a descrição de: sinergia.
De duas dessas vezes me sentí, e até hoje me sinto, deliciado pelo fato de haver participado no processo sinérgico. Tesouros mnemônicos.

A primeira, uma das minhas melhores lembranças dos tempos de colégio (jesuita): um time de basquete da segunda divisão. Mas não um time qualquer, eramos casualmente o pior time. Era formado pelos gordos e lentos, e pela turma dos desajustados, descordenados, des-tudo o que você possa lembrar dos caras do colegial. Eramos todas as peças erradas para qualquer coisa, sobras de vários outros quebra-cabeças.
E, somente queriamos jogar basquete, na época um jogo muito popular entre nós.

Para mim, hoje vejo aquela equipe como a versão escatológica do Cirque du Soleil. Sabiamos nossas deficiências, os outros sabiam jogar basquete. Descobrimos que pulavamos e corriamos e eramos rápidos. Os gordos eram lentos e pesados mas conseguiam acertar a cesta em menos de um minuto. Tempo mais do que suficiente para que nós outros criassemos tanta confusão no grupo oponente e eles acertarem a bola na cesta.
Cesta = 2 pontos!

Plantavamos um gordo de cada lado da cesta e jogavam a bola até acertarem a bendita cesta!
Quanto a bola e os adversários? Bom, bastava um de nós, qualquer um de nós, por as mãos na bola e a equipe toda virava um só pensamento: passa a bola para os gordos!

Perdemos somente um jogo de toda a temporada. Os outros jogos paravam para nos ver massacrar qualquer adversário. Era uma pandega! Rolavamos no chão de tanto rir.
Acho que até nossos pais não acreditavam quando recebemos as medalhas.
"Basquete, tu?"
A outra história já contei (Pardais), mas posso contar de novo.
...



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Parede Branca
Cherubs

Aforismos e outros foras (4)

"O importante, acho, é não se levar muito a sério."
Thiago

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Caordem 3

Minha intenção era escrever sobre padrões escondidos no caos, mas acabei parando muito e o caos mudou (um pouco) deixando-me com uma visão de motivos. De repente me encontro falando de outras coisas. Quem não presta atenção se surpreende na concordância.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Pergunta

Se tirarmos todo o petróleo das suas jazidas, o que deixamos nelas? Ar? Uma enorme bolha com camada de óleo e gás? Alguém pensou nisso?
Vocês já ouviram falar em "sistemas fechados"?

PS
Desde que escreví este post, aprendí que há um método que usa a injeção de água sob pressão para provocar a saída do óleo. Ainda assim (sou teimoso), não haverá problemas de densidade e pressão a ser considerados?

A densidade da água a 3,97ºC e 1 atmosfera é 1000 kg/m3 e a densidade absoluta dos petróleos desgaseificados varia de 700 kg/m3 até quase 1000 kg/m3. 

A densidade API da maioria dos petróleos normalmente varia entre 26°API e 45°API. Os petróleos mais leves podem chegar a 70°API e, os mais pesados, a 10°API. A densidade API da água é 10°.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Caordem 2


Insistir num crescimento constante de 5% a/a significa, grosseiramente, que em 10 anos completaremos 100% de crescimento. Se, neste exemplo, somente mudarmos um dos braços da equação não haverá sustentabilidade que se sustente por muito tempo! Fala-se muito em sustentabilidade para isto e aquilo, fingimos que não sabemos que a natureza fez (e faz) "sustentabilidade" APESAR de nós ficarmos dando pitaco!
E, de graça!!
Sustentabilidade = equilíbrio.
Pode parecer tontice mas é uma redução à simplicidade tanto quanto E=mc2. Como sociedade somos controlados pelo consumo; quem consome é. Segundo Marcuse, "as necessidades políticas da sociedade se tornam necessidades e aspirações individuais, sua satisfação promove os negócios e a comunidade, e o conjunto parece constituir a própria personificação da Razão." Deixamos de saciar as necessidades pessoais para saciar as da produção (de bens e serviços). E somos orientados por esta última à satisfação, somente, das suas (dela) necessidades. É irracional. E, "o fato de a grande maioria da população aceitar e ser levada a aceitar essa sociedade não a torna menos irracional e menos repreensível." (Outra vez, Marcuse.) Pode parecer fora de contexto mas, a lógica continua alí. Por isso, nem sequer falarei sobre Barabási sobre o mesmo assunto. Ou então melhor, considerem sim, os escritos dele.
[continua... acho]

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Galileo

"I do not feel obliged to believe that the same GOD who has endowed us with sense, reason and intellect, has intended us to forego their use."

Caordem

Desde muleque sempre me fascinaram as histórias onde tudo acaba bem. Em termos, claro. Sabe, aquela linha maniqueísta de o bem vencendo o mal, e tal e coisa. A ordem sobrepujando o caos por pior que fossem as circunstâncias entre o princípio e o fim da história. Mas, a medida que crescia percebí que o branco não é tão branco e o preto nem sempre é desordem. Agora consigo chegar a conclusão que somos nós que criamos a ocasião para quase tudo o que acontece ao nosso redor. Nossas opções modificam nosso meio-ambiente e estas modificações gerarão os dados iniciais para nossas escolhas futuras. Não percebemos estar intimamente ligados ao que nos rodeia e que qualquer mudança nos afetará... também. Ou, em algum ponto da nossa evolução como gênero, desenvolvemos a idéia singela de que somos diferentes e separados de todo o resto à nossa volta. E perpetramos esse embuste por gerações até tornar-se uma roupagem esperada para todos: somos os "Reis da Criação". Mais ou menos seguindo a mesma lógica de cortar o rabo de uma gata e esperar que os gatinhos paridos por ela nasçam pitocos.
Não importa se sou só eu numa sala ou se somos uma equipe a definir a estratégia empresarial pelos próximos 10 anos. A essência é a mesma. Não podemos esperar que qualquer ação nossa não traga conseqüências. E que estas conseqüências não gerem outras ações.
Simplificando, é um jogo de xadres onde temos 64 casas, e 2 séries de 16 peças. Faça a matemática.
(Continua)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Equipes (2)

Uma outra das forças dessa equipe era que os participantes conseguiam assumir a persona de qualquer um desses significantes. E isso sem qualquer tipo de inconvenientes hierarquicos ou pessoais; quem sabia o caminho naquela hora liderava, e quando não havia caminho a voz dos três era igual.
Era como se houvessem juntado as peças certas de um quebra-cabeças. Os três da equipe formavam a imagem do projeto, cada um visto de uma perspectiva diferente. Cada um com caminhos alternativos para atingir o mesmo objetivo.
A soma dos três dava sempre mais de 100%.
Bom, quase sempre. O começo foi meio rough nas beiradas. Mas, quando as coisas ficaram realmente difíceis e se apresentaram situações de pressão, automáticamente foram assumidas posições que claramente mostraram que nós eramos o projeto. E essa se mostrou a terceira força da equipe: assumirmos o projeto como de nossa geração.
Era nosso!
Nos o criamos, o conheciamos e, principalmente, acreditavamos nele. É isto que eu achava que o diferenciava dos seus pares. Com ele aprendemos além desse projeto. Aprendemos para todos os outros projetos de gestão. Uma visão mais clara e ampla do que era criar significados.
Cada um seguindo o seu caminho... juntos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

De novo!

Depois de uma semana bem atarefada, vem ai um fim-de-semana apertado.
Só espero que não chova, faça frio, nem fique nublado...
O que poderia estragar esta semana atarefada?
Aprendí coisas novas todos estes dias, meu cérebro começou a "ver" de forma diferente velhas informações.
Ainda há a promessa de novas e impensadas experiências! Estou entusiasmado como faz muito tempo deixei de estar. Novinho em folha.
Hey ma, lookit me! No hands!!
The brain's back on again!!!
8-)

domingo, 18 de julho de 2010

Rainy Friday afternoon 3



It wasn't the best of settings for a photo, but I had to document it anyway. It was late, dark and rainy. But this group had just started blooming. The one at the right is the eldest, the one at the left the youngest. You can distinguish it by their colours. It reminded me of an old German painting. Even the spider (the white speck in the middle one) knows which one to hide in.
I hope you like it as I did.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Aforismos e outros fora (n)

George Santayana dizia que: "O fanatismo consiste no ato de redobrar esforços por conta de se ter esquecido dos objetivos."

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Motivos



Eis uma inusitada apresentação sobre motivação adaptada de uma apresentação do Dan Pink. Até agora acho que é a melhor sobre o tema que tenho visto. Simples e direta com resultados surpreendentes.
Assista, acredito que vai gostar.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Gíri

Fui criado na certeza de que quando entrasse a trabalhar em qualquer organização isto seria para sempre. Começaria por baixo e ir-ia galgando postos e responsabilidades na medida em que o mérito e minhas capacidades fossem aumentando. Vivia isso diáriamente, não havia mentira ou insulto que pudessem mudar o norte.
O mundo evoluiu.
E essa minha certeza anacrônica e infantil, definhou, definhou sem o menor aviso. Acho que o único que não percebeu fui eu. Meus conceitos arraigados de responsabilidade, dever, honra, melhor definidos pelo gíri japonês, ficaram tortos e fora de lugar. Até para mim.
Aprendí, isto é, estou aprendendo que temos que ter os pés aquí e a cabeça... hmmm, não foi exatamente isto que me trouxe tantos problemas quando criança? Não era eu um eterno distraído, displicente e sei lá mais o que? Para mim, eu sempre estive pensando alguma coisa. Que não entendessem era uma outra história.
Hoje revejo tudo do que me desfiz, meus erros e enganos são produtivos. Meus medos tenho que usar como capa do toureiro para atrair a atenção enquanto o sabre da intenção mostro só a ponta.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Equipes

Comecei a escrever sobre descrição das equipes multiprofissionais corporativas. Na verdade, minha intenção era dar continuidade a um projeto de gestão do conhecimento antigo. Voltar a ele, fazer uma avaliação e desenvolvê-lo mais um pouco.
Achei que valia a pena, como exercício mental pelo menos.
Comecei, dizia eu, a pensar no projeto e acabei indo parar na construção, a conformação da equipe que o desenvolveu. E nas características de cada um de seus integrantes.
Tinhamos um ganso, um peru e uma galinha.
Sim, isso mesmo.
É bem mais fácil de explicar as características da equipe usando esses significantes. Vejam; o ganso no chão é... parece meio canhestro. Mas na água é muito mais desenvolvido que o pato, por exemplo. E no ar é capaz de vôos longos e de levar a si próprio e ao grupo. O peru é óbvio no chão e capaz de vôos curtos a médios com algum esforço. A galinha, apesar de não voar como os outros, no chão vá muito bem obrigado. E todos são aves.
Todos tinham o mesmo objetivo.
Esta equipe foi formada randômicamente, aviso. Foi o acaso que os reuniu!
E, acho que essa foi uma das suas forças.
[continua...]

domingo, 20 de junho de 2010

They're off!

Às vésperas da proposta de novos produtos é sempre assim: borboletas no estômago, doidas pra sair! Ansiedade e expectativa iguais à do starting-gate antes do começo da corrida. Escutamos demais, todos os sentidos a mil! O coração já não palpita, é um tuuuuuuuummm só!!
Somente teremos alivio no ato de correr!
Não importa quem ganhe!
A corrida é importante!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A Cara

"A gente é torto igual Garrincha, Aleijadinho.
Ninguem precisa consertar.
Se não dá certo a gente se vira sozinho
Decerto então nunca vai dar."

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Blogs

Novas alternativas, novas ferramentas, novas saídas.
Quem disse que: "cachorros velhos não aprendem truques novos", não tinha a menor idéia das coisas por vir.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Convivência

Convivência é uma façanha para poucos!
Fico surpreso em quão poucos de nós aparecemos mortos, toda manhã, por sermos como somos. O número ainda está abaixo do real! Alguém esconde os cadáveres para evitar o caos. Cada um de nós achamos que "meu(seu)" mundo é o perfeito e o que ele(a) não entende está totalmente errado. Logo de cara!
Não há explicação ou razonamento(?) que consiga parar a discussão em que se transformam os mais diversos pontos de vista quando entram em atrito, digo contato. O que devia ser algo prazeiroso se transforma em um dos círculos do inferno! Daqueles evitados por Dante!!
Como guardamos mágoa e somos capazes de magoar uns aos outros por tão pouco. Coisas simples; não preciso ser o primeiro, o maior, o melhor. Ou, ter mais poder, mais dinheiro, mais objetos!
Podemos desfrutar do aqui e agora sem nos matar para isso? Não podemos?
Onde está escrito que para ser feliz, ou pelo menos estar contente, satisfeito, estar zen, sei lá, preciso ter qualquer coisa fora de mim? Fora de nós?
Alguém ficou com meu manual de instruções... meu manual do proprietário, eu nunca o ví. E, por falar nisso nunca ví o de ninguem.
Se é isso o que se aprende em qualquer doutrina, eu estou fora! Não acredito em divindades com formulário de adesão nem caderneta de assiduidade!
Vai ver é por isso que estamos destruindo nosso mundo e não paramos para ver como ele é bonito. Como ele seria perfeito, não fosse a raça humana ser como é.
...
Que as mudanças comecem por mim, então!
Mas fica cada vez mais difícil dar a outra face... Não fazer nada acaba parecendo que estou a concordar com o que discordo. O silêncio nem sempre é concordância. E, ao tentar argumentar, sou acolhido por gritos e sandices. Um teste de paciência.
...
Concedo, acredito que eu seja 48,5% responsável... hmm... culpado, insiste em aparecer. Precisa de 2 para esta dança. Mas, não me ocorreu toda esta racionalização nem antes, nem durante. Só agora.
Paciência.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Saída



Sem saber o que dizer que não pareça idiota, trouxe pra você, Gordis. Acabaram-se as dores e a pressa também.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Aforismos e outros foras (2)

Ser criativo diz menos sobre os objetivos que você atinge do que sobre os processos que você usa para atingí-los.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Senescência

"The knowledge that every ambition is doomed to frustration at the hands of a skeleton have never prevented the majority of human beings from behaving as though death were no more than an unfounded rumor."

"Saber que toda ambição está fadada à frustração nas mãos de um esqueleto nunca evitou que a maioria dos seres humanos se comporta-se como se a morte não fosse mais do que um rumor sem fundamentos."

Aldous Huxley

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Gênios

Alguma vez nos perguntamos; qual a diferença entre um "gênio" e o resto de nós?
Eu já. Consigo me dar ao luxo de perder tempo pensando nestas coisas. Algumas até preciso gravar para não esquecer.
Mas, voltando ao gênio. A resposta é: nenhuma.
Genialidade, como a definimos nos dicionários, não é uma condição física. É, isto sim, uma condição mental. Parte do zero, da base, da imaginação dos indivíduos. Não tem sexo, raça ou medida. É uma condição do espírito que permeia e une a todos nós.
Todos nós.
O uso que fazemos desta condição é o que nos diferencia uns dos outros e aos "gênios" do resto de nós.
Como?
Einstein foi, indiscutívelmente, um gênio. Um dos maiores. Da Vinci e Galileu, também. Newton, Franklin e Tesla, idem. A lista é enorme! Homens e mulheres! Qual o denominador comum a todos?
Um espírito.
O mesmo espírito que insufla a vida em todos nós. O mesmo que surgiu quando duas células se juntaram e uniram suas informações genêticas para nascermos, eu e você e todos nós.
Agimos, cada um de nós, como os limites da nossa própria genialidade.
Lembre da música do Lulu (opa!): "Vamos nos permitir!"
[...]

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cassandra

"Eu bem que avisei!"
O mito de Cassandra sempre me atraiu. A vidente em quem ninguem acreditava. De que adianta ser vidente ou pelo menos, perceber o caminho, se ninguem quer saber de tí? Isto não te torna mais inteligente, nem mais sábio. Matemáticamente já te exclue do grupo. E, isso para começo de conversa!

domingo, 18 de abril de 2010

Feixes

Ontem, enquanto tomava banho, comecei a divagar. Nefelibatas costumamos fazer isso, é nossa raison d'être, que digamos; e o vapor, a água e o vidro do box molhado criaram um ambiente (o Ba) onde só faltou Rimsky-Korsakov.
Me perguntei porque tudo importava? E a imagem anexa me veio à mente como um esquema gráfico da solução:
Qualquer linha de pensamento sobre qualquer assunto específico está relacionada a outra linha "qualquer" mesmo sem relação aparente pelo motivo de NÃO ser uma linha única, mas sim um feixe de linhas unidas. Isso, como um cabo de aço. Onde o meio do eixo horizontal (a faixa mais grossa) seria o assunto em questão, os outros pontos na mesma faixa seriam assuntos correlatos. Cada qual menos à medida que se afastam do centro. A faixa vertical corresponde ao desenvolvimento do assunto que só é possível se houver o concurso das outras.
Acontece que, se cada um destes pontos é composto da mesma forma, temos que cada um desses pontos é, não uma linha, mas sim um feixe de linhas!
E cada uma de estas linhas é uma representação de conceitos, conhecimentos, ações e situações diversas.
Espero que gostem de montanhas-russas onde todas as dimensões são exploradas!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Aforismos e outros foras (1)

Justo quando pensamos ter chegado ao fundo do poço passa um desocupado, com pá e picareta, disposto a cavar mais um pouco!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Paixão

"Agimos como se conforto e luxo fossem os principais ingredientes da felicidade, quando tudo o que realmente queremos é algo que nos entusiasme".
W. Beausay II

segunda-feira, 1 de março de 2010

George Linnaeus Banks

I live for those who love me,
For those I know are true,
For the Heav’n that smiles above me,
And awaits my spirit, too;
For all human ties that bind me,
For the task by God assigned me,
For the bright hopes left behind me,
And the good that I can do.

Hope you like it too.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Aproveitemos as desgraças

Às vezes uma desgraça, um contratempo, um revês enfim nos deixa sem ação. Mas, quanto mais penso no assunto todas essas desgraças, esses contratempos e reveses trazem condições para mudanças e suas soluções. Algumas inesperadas e inovadoras, até.
Senão vejamos alguns exemplos;
No Haití, o último terremoto acabou com quase todo. Seja lá o tipo de organização que tinham, não existe mais. As construções ruiram como castelos de areia, e não ficaria surpreso se as que ainda não cairam, irão fazê-lo num futuro relativamente curto. As imagens que nos têm chegado é a de um caos de gente sem destino ou função esperando "maná cair dos céus". E muitos países, esquecendo seus próprios problemas, ajudando essas pessoas. Reforçando muitas vezes esta espera de chuva de maná. Ok, acredito que num primeiro momento seria útil essa ajuda. Mas com o tempo ela deveria mudar e adaptar-se às necessidades do local. Recriar a sociedade ou melhor aproveitar o momento para criar uma sociedade melhor, uma organização social melhor para o Haití. Se seus líderes viram a necessidade de fugir do local, melhor! Não eram bons líderes, outros surgirão. Mas, num novo contexto. Um onde o bemestar de todos seja a razão primordial. Onde o desenvolvimento pessoal crie condições para o social e vice-versa. E onde as pessoas se adaptem ao meio-ambiente e não mais forçar o contrario.
Nossa própria história recente nos mostra que saímos melhores das desgraças. Basta lembrar uns 20, 30 anos atrás a situação em que estavamos. Foram necessárias todas essas "passagens" para melhorar. Digo "melhorar" pois acredito piamente que estamos melhor hoje do que naquela época. Pode discordar a vontade.
Não virar as costas e ficar pensando como eramos, mas encarar o presente e trabalhar com afinco para atingir o futuro que queremos. Cuidar do processo para atingí-lo, lembrando que todos estamos ligados por ação ou reação.
E cada um tem seu tempo certo de aprender e reagir.
(continua)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Hein 2

"A ciência é antes um modo de pensar do que propriamente um conjunto de conhecimentos.

Quanto pode o cérebro saber? Nele existem, talvez, 10(x11), ou seja, 10 bilhões de neurônios, que são os elementos de circuito, os interruptores e comutadores responsáveis pela atividade químico-elétrica que faz funcionar nossas mentes. Um neurônio cerebral típico talvez tenha uns mil pequenos filamentos chamados dendritos, os quais o ligam a seus pares. Se, como parece provável, cada informação no cérebro corresponde a uma dessas conexões, o número de coisas conhecíveis pelo cérebro é menor do que 10(x14), isto é 100 trilhões. Mas isso é apenas um por cento do número de átomos contidos em nosso grão de sal.

Assim, nesse sentido, o universo é incognoscível, absolutamente imune a qualquer tentativa de pleno conhecimento por parte do homem. Nesse nivel, se não podemos compreender um grão de sal, muito menos o universo."

Este escrito de Carl Sagan, me faz lembrar um argumento muito usado pela minha esposa, no qual mistura, escatologicamente, conhecimento, cabras e esferas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Hein? Ou meio-qui-dá

Dizer: "suis perdu", seria um pleonasmo, afetado ainda por cima.
Mas, a cada dia que passa, sinto que até meu Português lentamente se esvai. Fico cada vez mais na periferia do entendimento das coisas mais triviais. Se me perguntam: "E tu, o que fazes?", fico surpreso ao descobrir que não sei fazer porra nenhuma, nem mesmo montar uma resposta valida à pergunta.
Não acredito que o consumo desregrado de oxigênio seja qualificativo para qualquer coisa. No entanto, continuo consumindo oxigênio como se não houvesse futuras conseqüências. Fico assustado e envergonhado olho de soslaio e vejo um mundo inteiro de gente igual a mim. Porém, sem o menor sombra de constrangimento.
Somos Legião!!
Aqui e alí, um ou outro se destaca por cinco minutos, como peixes pulando fora d'água por ar ou atrás de um inseto que veio matar a sede.
Mas, é só isso.
Muito raros, muito poucos.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Mr. Skull


It starts like this:

"
In a long, long time, yet to come
when your children's grandsons own children
will be nothing more than specks of dust
drifting in the wings of light,
there will be [Skull].

Now, [Skull] will be much like you and me.
He'll live his life and toil from day-to-day,
much as we do.
The difference between us is that
[Skull] has no body.


No... no, no body as in not having someone to be with him,
like your mother or father do with you.
Those, he had more than he could wish for.
For [Skull] had many of both.
I mean no body as in just a head.
A skull; hence his name.

...

And when market-day was over and done with,
he would return home.
And by the way he would give hat and dress,
hair and limbs, eyes and tongue,
teeth and toes back to their rightful owners.
And everything was right again.
And everyone was happy again.
And [Skull] went about his business.


(aprés Tutuola)
"

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Musing

A informação não faz nada além de ocupar espaço. O conhecimento só funciona se ocupar espaço.
Explico: faço diferenciação entre (conhecimento explícito = informação) e (conhecimento tácito = conhecimento). A informação é conhecimento tácito documentado, fixo. Tangível. O conhecimento, por outro lado, é o resultado pontual da relação do que somos com o que é. Portanto intangível. Nós (cada um de nós) com o resto (TUDO!) naquele momento. Resultado pontual porque muda dependendo da situação.

E com todos nós acontece igual. Sei que deve haver uma função matemática que resuma tudo isto, mas agora me escapa.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Putonis

No meu trabalho me trazem idéias rabiscadas em papel, ou então sentam ao meu lado e descrevem idéias que tiveram durante o almoço, ou no fim-de-semana, sei lá. Algo que explicará o sentido do Universo (lá deles). Eu tenho que transformar essas “mirabolâncias” –hoje:insights- em algo apresentável.
Às vezes só me dão números em uma tabela que poderia ser apresentada de diversas formas e dizer coisas diferentes (vejam Ascombe).

Em 20 e tantos anos de trabalho aprendí a ver as idéias nas cabeças dos outros. E, como não era eles, aprendí também a conseguir resultados diferentes com os dados que me traziam. A pensar fora da caixa, como se diz popularmente. Misturava o que aprendia com o que “já sabia” sem me importar com limítes ou: ISSO NÃO PODEs técnicos.

Thr last of the Putonis

Afinal, porquê não?
Nada de mais para quem já participou de uma Guerra de Anjos em ’83 com o Raul M. na FMUSP, que o próprio Deus teve que vir terminar.*
Misturava anjos com desenvolvimento neoplásicos, textos com arquitetura japonesa, jogos com palavras escondidas (tipo Easter Eggs) e desenhava mapas de informação.

Decidí seguir esse caminho de forma hmm... diferente. Pensei: o que aconteceria com as pessoas se ao invés de mudar a forma da sua informação, mudassem elas mesmas? O que aconteceria com seu conhecimento? Que formas este adotaria se fosse mostrado flúido e asumissem seu dinamismo? Afinal nós, as pessoas, somos sistemas abertos, dinâmicos e complexos. Aprendemos e mudamos com o aprendizado. De fora para dentro e de dentro para fora, mudamos nosso meio-ambiente e ele nos muda.

As próprias palavras deixam de ter sentido literal e passam a significar além do significante. A obra aberta e a arte conceitual passam a ser rotinas fractais. Rotinas ligadas à inovação, a curiosidade e ao erro. Resiliência me vem à cabeça. Comecei a propor essas idéias. Algumas foram aceitas e postas em prática, outras nem tanto. Algumas idéias pareciam sem nexo com o aqui e agora. Habemus nefelibata de plantão!

Tirei um sabbatical (estou desempregado) para pensar e aprender.
Aceitar o valor do que já sei para poder criar valores novos com o que aprenderei. Aos trancos e barrancos sou/estou diferente de quando comecei. Assumo que não sou mais a mesma pessoa e nem meu trabalho poderia voltar a ser igual.

Não tem sido fácil e por vezes é muito, muito desagradável. Ainda cometo e cometerei erros, mas agora, sem vergonha alguma (leia-se: menos envergonhado), aprendo com eles. Meus erros são melhores e meus acertos serão maiores.
Espero poder que sim.


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*Deu empate: Querubins 0 x 0 Putonis.(Putoni é um querubim com sexo, como os Puttini italianos. A diferença reside em que eles vêm com atitude, cheios de chutzpa!)




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domingo, 3 de janeiro de 2010

Planos (2)

Seu emprego faz parte de você como você faz parte da sua família. Uma vez efetuado o contrato de compra-e-venda do seu cha (conhecimentos-habilidades-atitudes) pela empresa X, você faz parte dos ativos dela. Você é parte dela tanto quanto o logotipo do seu produto identifica a empresa. Intrinsecamente você deveria estar alinhado com a estratégia da empresa para esta atingir seu objetivo-visão. É essa a propriedade da empresa sobre você, como indivíduo, você continua livre, leve e solto. Quando você sai da empresa ela emburrece ou fica como motor de Ferrari em ponto morto? Ela existe além de você. Sua participação são as escolhas e opções que faz no dia-a-dia para efetuar suas funções. Cada nova solução de problemas que for efetuada, se compartilhada pelos processos da empresa, vira inovação.
E isto acontece sem alardes.
...
Isto iria arrastrar-se muito. Dogmático demais, não é essa minha intenção. Desculpem.
Reduzindo e simplificando os dois Planos (1+2) seria: Esteja preparado para errar. Se você não souber errar nunca conseguirá uma resposta criativa. Se você começar a pensar "fora da caixa" assume que TUDO pode estar certo!
Gestão Comando-e-Controle ainda funciona, mas aos trancos e barrancos. Basta um colaborador não aceitar e a coisa toda entra em marcha lenta. Quando não para de vez.